Use este identificador para citar ou criar um link para este item: http://www.ri.unir.br/jspui/handle/123456789/1202
Título: Cadeia extrativa da Castanha-da-Amazônia: Análise sob a perspectiva de redes sociais
Autores: Reis, Eslei Justiniano dos
Palavras-chave: Extrativismo
Castanha-da-Amazônia
Análise de redes sociais
Rondônia
Data de publicação: 2014
Citação: REIS, Eslei Justiniano dos. Cadeia extrativa da Castanha-da-Amazônia: Análise sob a perspectiva de redes sociais. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação - Mestrado em Administração (PPGA) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) 78f. Porto Velho,2014.
Resumo: Dados do SIDRA - Sistema IBGE de Recuperação Automática revelaram que no ano de 2011 foram coletadas no estado de Rondônia aproximadamente 3.500 toneladas de castanha-da-amazônia gerando um negócio de aproximadamente sete milhões de Reais destacando-se como um dos principais PFNM´s – Produtos Florestais Não Madeiráveis disponíveis e explorados no Estado. De tal forma que a coleta desta matéria-prima tem sido uma das maneiras encontradas para complementar a renda em muitas comunidades tradicionais. No caso dos povos indígenas a comercialização da castanha representa uma das principais fontes de renda. Atualmente em Rondônia a população indígena é de aproximadamente 13.000 indivíduos, distribuídos em 23 (vinte e três) terras indígenas sendo 02 (duas) destas não homologadas. Na região de Ji-Paraná, estão situadas três etnias predominantes: Arara, Gavião e Zoró que totalizam aproximadamente 3.000 indivíduos. Assim, os indígenas, em especial os da região central rondoniense, apresentam-se como atores intrínsecos ao contexto extrativista da castanha. Contudo, deve-se considerar a existência de outros atores envolvidos neste cenário, como indústrias de beneficiamento e organizações não governamentais que se instalaram nesta região, considerando ainda que os participantes deste processo podem se relacionar por várias razões e de várias maneiras, acredita-se que uma destas razões seja em função do comércio da castanha. Este cenário motivou o interesse em se verificar a posição das associações indígenas envolvidas na rede originada a partir do negócio extrativista da castanha-da-amazônia na região de Ji-Paraná – RO. Para tal, foi utilizada a Teoria de Redes Sociais possibilitando duas abordagens: a estrutural e a relacional. A primeira utiliza indicadores como os de centralidade que permitem visualizar o prestígio dos atores em função do número de conexões estabelecidas. A segunda tem foco na intensidade do relacionamento entre atores. Estes índices foram gerados com auxílio do software UCINET, tendo como entrada a matriz relacional obtida com aplicação de um formulário tipo snowball. Além dos índices foi possível projetar, a partir das matrizes, o sociograma, que provê uma noção espacial da rede. A análise foi realizada em duas fases: uma considerando toda a rede e outra somente os atores situados na região pesquisada. Desta forma foi possível comparar o comportamento dos atores, tanto em uma rede maior, com atores geograficamente mais distantes, e quanto em uma rede local. Os achados desta pesquisa podem, além do próprio mapeamento dos atores, levar a uma série de novas pesquisas envolvendo temas como estratégia, difusão e inovação, governança dentre vários outros.
Descrição: Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação: Mestrado em Administração (PPGA) da Fundação Universidade Federal de Rondônia, como requisito final para a obtenção do título de Mestre em Administração.Orientador: Prof. Dr. Theóphilo Alves de Souza Filho.
URI: http://www.ri.unir.br/jspui/handle/123456789/1202
Aparece nas coleções:PPGA/PVH - Mestrado em Administração (Dissertações)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Eslei J. Reis_Cadeia extrativista da Castanha-da-Amazônia.pdf1,46 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.