Use este identificador para citar ou criar um link para este item: http://www.ri.unir.br/jspui/handle/123456789/1305
Título: Impactos psicossociais na qualidade de vida de profissionais de saúde em um pronto-socorro público
Autores: Kogien, Moisés
Cedaro, José Juliano
Palavras-chave: Qualidade de vida
Profissionais de saúde
Hospitais de emergência
Modelo demanda-controle
WHOQOL-BREF
Data de publicação: 2012
Citação: KOGIEN, Moisés. Impactos psicossociais na qualidade de vida de profissionais de saúde em um pronto-socorro público. 2012. 146 f. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Fundação Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho, 2012.
Resumo: Realizou-se um estudo descritivo e transversal com profissionais assistenciais de um prontosocorro público localizado na cidade de Porto Velho-RO. A amostra foi composta por 217 profissionais (54,52% da população elegível), que responderam três questionários autoaplicativos acerca de características sociodemográficas e laborais, do ambiente psicossocial de trabalho (Job Stress Scale) e sobre aspectos da qualidade de vida (WHOQOLBREF). A amostra estudada foi composta por adultos jovens, predominantemente do sexo feminino, que declararam morar com companheiro(a) e ter, pelo menos, um filho. Técnicos de enfermagem foram os profissionais que predominaram no estudo, mas também participaram enfermeiros, médicos, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas e assistente social. Em relação aos níveis de qualidade de vida, a amostra apresentou indicadores condizentes com uma avaliação mediana para os domínios físico, psicológico e social, enquanto que o domínio ambiental apresentou uma avaliação ruim. A sobrecarga de trabalho foi a característica laboral que influenciou negativamente o maior número de domínios de qualidade de vida. O ambiente psicossocial foi marcado, contraditoriamente, pela presença de baixos níveis de demandas psicológicas. Encontraram-se, ainda, baixos níveis de controle sobre o processo de trabalho e altos níveis de suporte social. Segundo o Modelo Demanda-Controle (MDC), modelo teóricometodológico utilizado para a avaliação do ambiente psicossocial em questão, o maior percentual de trabalhadores se enquadrou no perfil de “trabalho passivo”, que envolve a interação entre baixas demandas psicológicas e baixos níveis de controle, o que resulta, de acordo com o modelo, na segunda experiência laboral mais deletéria à saúde do trabalhador.
Descrição: Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação: Mestrado Acadêmico em Psicologia - MAPSI, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) como requisito final para a obtenção do título de Mestre em Psicologia. Orientador: Prof. Dr. José Juliano Cedaro.
URI: http://www.ri.unir.br/jspui/handle/123456789/1305
Aparece nas coleções:MAPSI/PVH - Mestrado em Psicologia (Dissertações)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Moisés Kogien_Impactos psicossociais na qualidade de vida.pdf1,83 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.