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dc.contributor.authorNascimento, Patricia Soares do-
dc.date.accessioned2019-10-10T22:46:53Z-
dc.date.available2019-10-10T22:46:53Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationNASCIMENTO, P. S. Migrar é uma viagem: do rito de passagem ao encontro de novas experiências de vida. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao departamento de história da Fundação Universidade Federal de Rondônia, como requisito parcial para obtenção do grau de licenciatura em história sob a orientação da Profa Dra. Adriane Pesovento.pt_BR
dc.identifier.urihttp://ri.unir.br/jspui/handle/123456789/2738-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso apresentado ao departamento de história da Fundação Universidade Federal de Rondônia, como requisito parcial para obtenção do grau de licenciatura em história sob a orientação da Profa Dra. Adriane Pesovento.pt_BR
dc.description.abstractEssa pesquisa fala do processo de migração através da visão feminina, um dos aspectos migratórios de baixa visibilidade, a mulher migrante, e o processo de ruptura através da viagem. Para isso foram feitas entrevistas com senhoras que frequentam o Centro de Convivência do Idoso, Rolim de Moura- RO são mulheres que chegaram à cidade entre 1975 e 1979. A pesquisa tem o intuito de conhecer quem era e de que lugares vieram estas migrantes, como se deu o processo de transição tal como um ritual de passagem entre a experiência do deixar a realidade que viviam para com as novas experiências que teriam neste novo horizonte de expectativas. A pesquisa se desenvolveu através da análise de entrevista. Ao trabalhar o contexto migratório através do olhar feminino, atribuindo o valor das narrativas destas migrantes que no presente são senhoras idosas amparadas pela obra de Ecléia Bosi (1994). Ampara-las dentro desse discurso que pouco referenciam sobre o que faziam e o que as motivaram a sair de sua terra natal, apoiado na obra de Michelle Perrot (2005) e dialogando com o Arnold Van Gennep (2011) que trata dos ritos e suas classificações. Os discursos migratórios iniciam-se do momento de chegada do migrante a esse novo lugar e não faziam menções de toda a sua carga passada. Sabe-se que grande das pessoas vinham de ônibus, caminhão e carro baixo e devido a estruturas das estradas essas viagens eram longas e se apresentam em muitos relatos como a “ruptura”, algo como um “rito de passagem”, não apenas de uma condição de existência ou idade, mas especialmente esse processo ocorrendo por marcos geográficos, deixar um lugar e ir ao encontro do desconhecido, sendo pessoas encharcadas de suas histórias, origens e culturas das terras de onde vinham.pt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectMigrantespt_BR
dc.subjectViagempt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.titleMigrar é uma viagem: do rito de passagem ao encontro de novas experiências de vida.pt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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