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dc.contributor.authorAlves, Maíra Hilgemberg-
dc.date.accessioned2017-04-25T17:53:39Z-
dc.date.available2017-04-25T17:53:39Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.urihttp://www.ri.unir.br/jspui/handle/123456789/1559-
dc.descriptionDissertação de Mestrado apresentada junto ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, Área de Concentração em Geociências, para obtenção do Título de Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente.pt_BR
dc.description.abstractEstudos hidrogeológicos foram desenvolvidos na área urbanizada de 117 km² de Porto Velho, Rondônia, onde menos de 35% da população possui abastecimento com água encanada. Logo, as águas subterrâneas mostram-se como alternativa de abastecimento, porém estão sujeitas à contaminação antrópica, visto que menos de 2% da sua população é atendida por rede geral de esgoto. O aquífero da área de estudo compreende um sistema hidrogeológico poroso, heterogêneo e anisotrópico com condutividade hidráulica e transmissividade média de 2 x10-2 cm/s e 1,8 x10-3 m²/s, respectivamente, calculados pelo método do ponto de inflexão de Hantush, possuindo propriedades de aquíferos livres, bem como semiconfinados quando envoltos por aquitarde. Constitui-se por coberturas cenozoicas com espessura média de 61,8 metros que sobrepõe às rochas granitoides do embasamento regional. O modelo conceitual hidrogeológico elaborado a partir da estratigrafia de 189 poços provenientes da base de dados do SIAGAS (CPRM, 1997, com atualização permanente), possibilitou a identificação do domínio hidrogeológico poroso e seus subdomínios laterítico e sedimentar, segundo a classificação de Custodio e Llamas (1979), Fetter (2001) e Diniz et al. (2012). O subdomínio laterítico (materiais do perfil laterítico) possui produtividade baixa a muito baixa e vazão específica média de 0,26 m³/h/m. De acordo com a classificação de produtividade do subdomínio sedimentar (depósitos sedimentares) foi possível a identificação de três zonas hidrogeológicas: aquitardo, sedimentos indiferenciados e aluvionar. A zona aluvionar denota produtividade alta a muito alta (vazão específica média de 11,4 m³/h/m) e localiza-se na porção leste da área de estudo. Em contrapartida, a zona aquitardo apresenta produtividade muito baixa (vazão específica média de 0,39 m³/h/m) e localiza-se nas proximidades de drenagens, e a zona sedimentos indiferenciados corresponde a maior parte da área de estudo e exibe uma produtividade moderada a baixa (vazão específica média de 1,9 m³/h/m). Os principais locais de recarga localizam-se nos altos topográficos e coincidem com divisores hidrográficos da área de estudo, mas podem estar situados nas menores elevações devido a composição do material da cobertura cenozoica. O comportamento do fluxo subterrâneo mostrou-se radial divergente do centro (locais de recarga) para as bordas da área de estudo com convergência para os igarapés (locais de descarga). A recarga do aquífero foi estimada em 2.347,7 mm/ano, pelo método da flutuação do lençol freático de Healy e Cook (2002). São águas bicarbonatadas sódicas, sulfatadas ou cloretadas cálcicas ou magnesianas, bicarbonatadas cálcicas ou magnesianas abastecidas pela água pluvial. Além disso, são identificadas águas de poços impróprias para o consumo humano por apresentarem elevadas concentrações de nitrato e ferro.pt_BR
dc.subjectAquíferopt_BR
dc.subjectPorto Velhopt_BR
dc.subjectModelo Conceitual Hidrogeológicopt_BR
dc.titleModelo conceitual hidrogeológico do sistema aquífero poroso na área urbana e de expansão de Porto Velho, Rondôniapt_BR
Appears in Collections:PGDRA/PVH - Mestrado Acadêmico em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente (Dissertações)

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